sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Ferro: Mineral importante para nossa saúde!
O ferro da alimentação não é totalmente aproveitado pelo organismo, ele precisa de algumas substâncias associadas. Existem dois tipos de ferro nos alimentos: os provenientes de células do tecido animal e o encontrado nos demais alimentos (cereais, leguminosas, folhas e etc) e que corresponde, normalmente, a 90% do ferro total ingerido.
De todos os benefícios os principais deste nutriente é que ele é essencial no processo de crescimento e desenvolvimento do organismo, atuando na formação de hemoglobina do sangue e na respiração celular. Existem alguns fatores que inibem a absorção do ferro, exemplo: o excesso de alguns minerais na alimentação, como cálcio, zinco e cobre. E fatores que estimulam essa absorção, exemplo: a vitamina C (ácido ascórbico) presente em frutas e hortaliças cruas
A principal importância do ferro é a estabilização de resistência imunológica. Em crianças a deficiência de ferro compromete o desenvolvimento cognitivo. Também participa como co- fator em várias enzimas, auxiliando no funcionamento adequado das células e possui papel importante em processos metabólicos como na síntese de componentes do DNA e do RNA, colágeno, neurotransmissores e na conversão do betacaroteno em vitamina A.
A carne vermelha é ainda o alimento que oferece ferro em maior quantidade e de melhor absorção. Os vegetais de folhas escuras, contem muito ferro, porém sua absorção é menor. Os cereais de um modo geral e principalmente o feijão e a lentilha, são ricos em ferro. A recomendação é manter uma alimentação equilibrada, que possa suprir todos os nutrientes essenciais ao organismo, pois a sobrecarga deste metal também é prejudicial ao organismo e pode causar lesão tecidual, pois armazena em grande quantidade nos macrófagos, alterando suas funções.
As causas mais comuns de sobrecarga são de origem genética ou adquirida.
As de origem genética são: hemocromatose hereditária ou anemias refratárias. As consequências frequentes de hemocromatose são diabete, artrite, insuficiência cardíaca congestiva, cirrose hepática, impotência sexual.
As de origem adquirida são também refratárias devido a transfusões sanguíneas, aplasia medular, ingestão crônica de ferro (suplementação) e etc.
A absorção do ferro, especialmente de origem animal, é aumentada com a ingestão conjunta de alimentos levemente ácidos (ou proteínas) e também por alimentos ricos em ácido ascórbico (vitamina C).
A forma de preparo também pode influenciar na absorção de ferro pelo organismo, um exemplo comum é o cozimento de cereais integrais e leguminosas, diminui a quantidade de filatos destes alimentos e consequentemente aumentando a disponibilidade de
ferropara o organismo humano. Assim sendo, a absorção de ferro depende de diversas caractrísticas da alimentação. Até mesmo as reservas de ferro influenciam nessa absorção, ou seja, a necessidade de ferro estimula maior absorção pelo organismo.
A cafeína prejudica a absorção de alguns nutrientes como ferro, cálcio e magnésio. Mas a orientação é simples, procurar não ingerir estes nutrientes na mesma refeição.
Dica importante: Alimentação saudável e equilibrada promove bem estar, disposição e saúde. Mantenha hábitos saudáveis cotidianos como: exercícios, uma boa noite de sono, atividades que deem prazer e uma boa hidratação.
Por Ione Leandro Queiroga.
Nutricionista da Rede Onodera.
Fonte: http://dicasdebelezaeestetica.com.br/a-importancia-do-ferro-na-alimentacao-e-seus-beneficios/
Propriedades nutricionais do Quiabo!!
Nome científico: Abelmoschus esculentus
O quiabo é uma hortaliça pertencente à família das Malváceas, provavelmente de origem africana, sendo introduzido no Brasil pelos escravos. Os frutos têm forma de cápsulas, são curtos ou alongados, de ponta afilada, coloração verde e possuem uma espécie de pêlos na parte externa. Apresentam ainda um tipo de goma viscosa na parte interna, conhecida como “baba do quiabo”.
O quiabo é uma hortaliça de clima quente, sendo atualmente cultivado em várias regiões tropicais, subtropicais e regiões temperadas do mundo. No Brasil é cultivado em todas as regiões, principalmente na região Sudeste, sendo as cidades de Campinas e Araçatuba, no estado de São Paulo, os maiores produtores do país. O quiabo é produzido durante todo o ano, porém a maior oferta e os menores preços ocorrem de janeiro a maio.
Para verificar se o quiabo apresenta boa qualidade, os frutos devem possuir coloração verde intensa, consistência firme, sem manchas escuras e com comprimento menor que 12 centímetros. Os frutos que possuem comprimento acima de 12 cm e coloração verde esbranquiçada (pálida) tendem a ser fibrosos e duros.
O quiabo é um fruto de alto valor nutritivo por ser rico em vitaminasA, C, B1, B2, B5, fibras e proteínas, além de possuir em sua composição minerais como cálcio, fósforo, ferro e potássio. Possui baixo valor calórico e elevado teor de amido, além de ser um alimento de fácil digestão.
Além de suas propriedades nutricionais, o quiabo também é conhecido por suas propriedades medicinais e terapêuticas. Ele é anti-helmíntico, antiparasitário, demulcente e indicado como tratamento de várias enfermidades, tais como: diarréia, verminoses, inflamações e irritações do estômago, rins e intestino.
O quiabo compõe a alimentação de muitos brasileiros, presente inclusive em pratos típicos, como o frango com quiabo e o refogado de carne com quiabo da culinária mineira. Pode ser consumido de várias maneiras, como cru em saladas, em refogados, assados, cozidos e grelhados, além de ser utilizado como ingrediente em várias preparações. Para evitar a baba, pode-se fritar ou cozinhar bem os quiabos.
http://www.nutricaoemfoco.com.br/pt-br/site.php?secao=alimentos-Q-R&pub=8643
O quiabo é uma hortaliça pertencente à família das Malváceas, provavelmente de origem africana, sendo introduzido no Brasil pelos escravos. Os frutos têm forma de cápsulas, são curtos ou alongados, de ponta afilada, coloração verde e possuem uma espécie de pêlos na parte externa. Apresentam ainda um tipo de goma viscosa na parte interna, conhecida como “baba do quiabo”.
O quiabo é uma hortaliça de clima quente, sendo atualmente cultivado em várias regiões tropicais, subtropicais e regiões temperadas do mundo. No Brasil é cultivado em todas as regiões, principalmente na região Sudeste, sendo as cidades de Campinas e Araçatuba, no estado de São Paulo, os maiores produtores do país. O quiabo é produzido durante todo o ano, porém a maior oferta e os menores preços ocorrem de janeiro a maio.
Para verificar se o quiabo apresenta boa qualidade, os frutos devem possuir coloração verde intensa, consistência firme, sem manchas escuras e com comprimento menor que 12 centímetros. Os frutos que possuem comprimento acima de 12 cm e coloração verde esbranquiçada (pálida) tendem a ser fibrosos e duros.
O quiabo é um fruto de alto valor nutritivo por ser rico em vitaminasA, C, B1, B2, B5, fibras e proteínas, além de possuir em sua composição minerais como cálcio, fósforo, ferro e potássio. Possui baixo valor calórico e elevado teor de amido, além de ser um alimento de fácil digestão.
Além de suas propriedades nutricionais, o quiabo também é conhecido por suas propriedades medicinais e terapêuticas. Ele é anti-helmíntico, antiparasitário, demulcente e indicado como tratamento de várias enfermidades, tais como: diarréia, verminoses, inflamações e irritações do estômago, rins e intestino.
O quiabo compõe a alimentação de muitos brasileiros, presente inclusive em pratos típicos, como o frango com quiabo e o refogado de carne com quiabo da culinária mineira. Pode ser consumido de várias maneiras, como cru em saladas, em refogados, assados, cozidos e grelhados, além de ser utilizado como ingrediente em várias preparações. Para evitar a baba, pode-se fritar ou cozinhar bem os quiabos.
http://www.nutricaoemfoco.com.br/pt-br/site.php?secao=alimentos-Q-R&pub=8643
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Mousse de maracujá vegetariano (rápido e prático)
Ingredientes:
1 xícara de suco de maracujá fervendo
1/2 colher de ágar-ágar
1/2 xícara de leite de soja em pó
1/2 xícara de amêndoas
1 e meia xícara de mel
Modo de fazer:
Coloque a ágar-ágar no suco de maracujá fervendo. Junte ou outros ingredientes e bata no liquidificador. Derrame nos moldes e leve para gelar.
1 xícara de suco de maracujá fervendo
1/2 colher de ágar-ágar
1/2 xícara de leite de soja em pó
1/2 xícara de amêndoas
1 e meia xícara de mel
Modo de fazer:
Coloque a ágar-ágar no suco de maracujá fervendo. Junte ou outros ingredientes e bata no liquidificador. Derrame nos moldes e leve para gelar.
Confira as 14 metas para emagrecer com saúde!
1) Faça de 5 a 6 refeições por dia.
2) Frutas na sobremesa e nos lanches.
3) Coma verduras e legumes no almoço e no jantar.
4) A porção de carne deve ser do tamanho da palma da mão.
5) Troque a gordura animal por vegetal e consuma com moderação.
6) Modere nos açúcares e nos doces.
7) Diminua o sal e os alimentos ricos em sódio.
8) Consuma leite ou derivados na quantidade recomendada.
9) Consuma pelo menos 1 porção de cereal integral.
10) Coma uma porção de leguminosas por dia.
11) Reduza o álcool. Evite o consumo diário.
12) Beba no mínimo 2 litros de água por dia.
13) Faça pelo menos 30 minutos de atividade física todos os dias.
14) Aprecie sua refeição. Coma devagar.
Indicadas pelo Centro de Referência em Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP).
Fonte: http://g1.globo.com/globoreporter/0,,MUL1527629-16619,00-CONFIRA+AS+METAS+PARA+EMAGRECER+COM+SAUDE.html
2) Frutas na sobremesa e nos lanches.
3) Coma verduras e legumes no almoço e no jantar.
4) A porção de carne deve ser do tamanho da palma da mão.
5) Troque a gordura animal por vegetal e consuma com moderação.
6) Modere nos açúcares e nos doces.
7) Diminua o sal e os alimentos ricos em sódio.
8) Consuma leite ou derivados na quantidade recomendada.
9) Consuma pelo menos 1 porção de cereal integral.
10) Coma uma porção de leguminosas por dia.
11) Reduza o álcool. Evite o consumo diário.
12) Beba no mínimo 2 litros de água por dia.
13) Faça pelo menos 30 minutos de atividade física todos os dias.
14) Aprecie sua refeição. Coma devagar.
Indicadas pelo Centro de Referência em Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP).
Manteiga ou margarina?
Desde a década de 1950, a manteiga era tida como vilã quando se estabeleceu uma relação direta da ingestão de gordura animal com doenças cardíacas e, então, seu consumo foi desestimulado em prol das fontes vegetais, dentre elas a margarina.
Para muitas pessoas, a manteiga continua sendo vilã, mas hoje já se sabe que ela não é tanto assim e, na verdade, é o seu excesso que é o prejudicial ao coração.
A manteiga tem como base o leite, fonte de vitamina A, colesterol e, por ser rica em gordura saturada, quando em excesso, pode contribuir com o aumento do colesterol.
A margarina, por sua vez, possui menos gordura saturada, mas, no entanto, contém gordura trans, tão temida por ser responsável pela consistência, crocância e maior tempo de validade aos produtos industrializados. Bem pior do que a saturada, a gordura trans, em pequenas quantidades, aumenta o colesterol LDL, reduz o HDL elevando o risco de ocorrência das doenças do coração, prejudica o sistema imunológico e pode levar ao câncer.
A margarina para ter sua consistência sólida passa por um processo de hidrogenação, que nada mais é do que a adição de hidrogênios ao óleo vegetal. Devido aos grandes malefícios da gordura trans, a fim de retirá-las do produto, a indústria atualmente tem produzido a margarina interesterificada, porém existem indícios apontados em estudos de que o processo também pode causar danos à saúde.
A diferença entre manteiga e margarina vai além da sua composição nutricional em si...a margarina (seja a obtida pela hidrogenação ou interesterificação) não é natural e, por isso, nosso organismo não a reconhece, interferindo portanto, na absorção e metabolismo dos nutrientes com consequências danosas à saúde.
Se consumida moderadamente, a manteiga não altera o perfil lipídico sanguíneo tampouco contribui para o aumento da inflamação, podendo fazer parte do hábito alimentar das pessoas.
Fonte: http://www.isaudebahia.com.br/noticias/detalhe/noticia/manteiga-ou-margarina/
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
O que é Ácido Úrico no sangue? Ou como também conhecido como Gota?
O que é:
O ácido úrico é uma substância formada naturalmente pelo organismo, mas, quando se encontra elevado pode gerar sintomas como inflamação e dor nas articulações, especialmente dos membros inferiores.
O ácido úrico elevado no sangue pode gerar uma doença chamada gota e em alguns casos pode gerar ainda o cálculo renal e para evitar que chegue a este ponto, recomenda-se seguir uma dieta equilibrada, pobre em alimentos ricos em purinas como as carnes e o tratamento deve ser feito com a toma de medicamentos.
Sintomas do ácido úrico elevado
Os sintomas do ácido úrico elevado são o surgimento de cristais de cálcio dentro das articulações provocando dor e inflamação local.
Geralmente as articulações mais afetadas pelo acúmulo de ácido úrico são as mãos, pés, tornozelos e joelhos. O aumento da concentração de ácido úrico no sangue pode gerar ainda a formação de pedras nos rins.
O ácido úrico elevado pode ser diagnosticado através de um simples exame de sangue.
Dieta para ácido úrico elevado
A dieta para ácido úrico elevado consiste em evitar o consumo de alimentos ricos em purina, como as carnes vermelhas, frutos do mar e miúdos. Deve-se beber bastante água e preferir alimentos naturais ao invés dos industrializados e evitar as bebidas alcoólicas.
Tratamento para ácido úrico elevado
O tratamento para ácido úrico elevado é seguir a dieta acima citada e a toma de medicamentos receitados pelo médico. A toma de chás ou mesmo do remédio caseiro para ácido úrico podem ajudar no tratamento, mas não isentam a necessidade da toma dos medicamentos prescritos pelo médico.
Causas do ácido úrico elevado
Algumas das possíveis causas do ácido úrico elevado são:
obesidade;
diabetes;
ingestão de álcool;
psoríase;
sarcoidose e
hipertensão arterial.
Valores reduzidos de ácido úrico podem indicar doença de wilson; câncer; ou o uso de fármacos antigotosos como o alopurinol ou a probenecida.
Remédio para ácido úrico elevado
Um dos remédios mais receitados no Brasil para o tratamento do ácido úrico elevado é o Alopurinol. Embora alguns indivíduos necessitem ainda da toma do Probenecida e da Sulfinpirazona, que vão ajudar a eliminar o excesso de ácido úrico pela urina.
Durante a crise utilizam-se anti-inflamatórios não hormonais como indometacina e ibuprofeno.
Exame de ácido úrico
O exame para analisar o ácido úrico pode ser feito no sangue e na urina e valores normais devem ser os descritos a seguir:
Valores de referência de ácido úrico para o sangue:
Mulheres: 2,4 - 6,0 mg/dL
Homens: 3,4 - 7,0 mg/dL
Valores de referência de ácido úrico para a urina:
0,24 - 0,75 g/dia.
Valores elevados podem indicar condições patológicas instaladas como: gota; insuficiência renal; anorexia; leucemias; doença infecciosa aguda; eclampsia grave; choque; cetose diabética; intoxicação por chumbo; acidose metabólica; stress, alcoolismo; exercício vigoroso; policitemia; psoríase.
Fonte: http://www.tuasaude.com/acido-urico/
domingo, 17 de fevereiro de 2013
8 ótimos motivos para comer chocolate
1. Combate o mau humor
Para isso, só o cheiro já basta. Pelo menos é o que garantem pesquisadores da Universidade Middlesex, na Inglaterra, que avaliaram a reação das pessoas em ambientes com distintos odores. "Ao sentir o aroma de chocolate, os participantes relataram menor estresse e maior satisfação. Algumas atividades cerebrais relacionadas ao estado de alerta foram reduzidas", explica Neil Martin, professor de psicologia responsável pela investigação. Além disso, o cacau contém uma substância conhecida como feniletilamina, que, quando ingerida, manda de fato o mau humor embora. "É a mesma envolvida na química da paixão, e a sensação produzida, claro, é ótima", diz Cláudia Degáspari, da UFPR. O chocolate tem também alto teor de magnésio, mineral que age como regulador do humor, equilibrando os níveis dos neurotransmissores serotonina e dopamina, envolvidos no bem-estar
2. Diminui a ameaça de pré-eclampsia
Durante a gravidez, 5% das mulheres sofrem com uma espécie de hiperativação do sistema inflamatório, doença conhecida como pré-eclampsia, que também causa elevação da pressão arterial. "Provavelmente isso ocorre por uma intolerância do corpo materno ao feto", pondera o obstetra Nelson Sass, da Universidade Federal de São Paulo. Já se sabe que algumas substâncias podem reduzir os riscos desses episódios. Um trabalho da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, mostra um consumo menor de chocolate entre as gestantes que desenvolveram a doença. "É possível que o chocolate amargo interfira no processo inflamatório", sugere Nelson Sass. "Porém, estudos mais abrangentes são necessários antes de um consenso." Enquanto isso, só não vale abusar para não ganhar quilos demais ao longo dos nove meses.
3. Favorece o emagrecimento
Comer um tablete amargo pela manhã, ainda em jejum, aumenta a saciedade e propicia a perda de peso. A descoberta vem de uma turma de cientistas dinamarqueses, da Universidade Real de Copenhague. No estudo, os participantes que consumiram chocolate amargo antes do café da manhã com o passar das horas sentiram menos fome que o restante da turma, que saboreou um tablete ao leite. "A diferença na ingestão de calorias ao longo do dia chegou a 15%", diz a nutricionista Lone Brinkmann, que conduziu o trabalho. Por enquanto, não se sabe o mecanismo exato que promoveria tal sensação. "Talvez o sabor forte da versão amarga regule a fome ou, ainda, a maior quantidade de cacau atue impedindo o rápido esvaziamento do estômago", especula. Por outro lado, vale reforçar, como se trata de um alimento calórico, não se pode abusar da quantidade.
4. Atenua a cirrose hepática
O chocolate amargo combate o aumento da pressão arterial no abdome, que pode atingir níveis perigosos em pacientes com cirrose. "A inclusão do alimento com 85% de cacau no cardápio diário é capaz de reduzir a hipertensão portal, no abdome, diminuindo o risco de sangramento provocado pelo rompimento de vasos sanguíneos na região", descreve Mário Guimarães Pessoa, hepatologista e vice- presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia. "O efeito ocorre rapidamente, apenas 30 minutos após a ingestão", completa. Quem como chocolate branco não tem as mesmas vantagens. Isso porque o benefício, também nesse caso, se deve aos flavonoides — encontrados principalmente no tipo amargo. Essas substâncias químicas ajudam a relaxar e dilatar os vasos sanguíneos, o que facilita a circulação.
5. Reduz a pressão arterial
Após acompanhar mais de 19 mil pessoas entre 35 e 65 anos por uma década, cientistas alemães chegaram a uma conclusão deliciosa: aqueles que comem cerca de 7 gramas de chocolate por dia são menos propensos à hipertensão. A quantidade equivale a um quadradinho de chocolate amargo. "Há evidências de que os flavonoides aumentam a elasticidade dos vasos sanguíneos, por incentivarem a produção do óxido nítrico", justifica o epidemiologista Brian Buijsse, que assina o trabalho do Instituto Alemão de Nutrição Humana. Esse gás, presente na circulação, relaxa as paredes dos vasos, facilitando o fluxo sanguíneo — por isso, diminui a pressão arterial. Mas há um porém: "É preciso cortar algum alimento calórico para inserir o chocolate na dieta. Ou o aumento de peso anulará os benefícios", ressalva o pesquisador.
6. Mantém o coração forte
Os problemas cardíacos podem atingir pessoas de qualquer idade e, cada vez mais, aparecem na faixa dos 30 anos. Mas, se consumido moderadamente, o chocolate pode retardar danos no sistema cardiovascular. Mulheres que ingerem o do tipo amargo entre uma vez por mês e duas vezes por semana são menos suscetíveis a disfunções no coração quando comparadas com aquelas que não comem a delícia. A conclusão é de um estudo com 31 mil voluntárias saudáveis realizado pela Universidade Harvard em parceria com uma instituição sueca, o Instituto de Medicina Ambiental. "As substâncias do chocolate, além de promoverem dilatação dos vasos sanguíneos, reduzem a inflamação causada pelos radicais livres, que podem financiar problemas cardíacos", explica o cardiologista Marcus Bolívar Malachias, presidente do Departamento de Hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
7. Baixa a resistência à insulina
Sabia que existe uma tribo indígena no Panamá que consome chocolate tanto quanto nós, brasileiros, comemos arroz com feijão? "E a incidência de diabete entre os índios kuna, como são conhecidos, é bem menor do que em outras populações", aponta Marcus Bolívar. Não é difícil entender por quê. Um trabalho italiano, da Universidade de L’Aquila, demonstra que ingerir 100 gramas de chocolate amargo, todos os dias, reduz a resistência à insulina — e, assim, menos açúcar fica circulando no sangue. "Por isso, o chocolate com alta concentração de cacau poderia ser indicado aos diabéticos. Porém, seria imprescindível verificar a quantidade de açúcar no produto escolhido", alerta o cardiologista. Senão, mais uma vez, os benefícios se perderiam, já que esse ingrediente é um verdadeiro veneno para os portadores do distúrbio.
8. Previne o derrame
Uma revisão de estudos feita na Universidade McMaster, no Canadá, é incisiva: comer chocolate pelo menos uma vez por semana reduz o risco de derrame e acelera a recuperação de pacientes que tiveram isquemia cerebral. Uma das pesquisas avaliou 44 mil pessoas, e as que consumiram uma porção de chocolate por semana apresentaram uma probabilidade 22% menor de sofrer um AVC. Em outro trabalho, apontou-se que comer 50 gramas por semana diminui em 46% o risco de morrer em caso de acidente vascular. "Tudo indica que, mais uma vez, o benefício se deve aos flavonoides, que são antioxidantes e conseguem dilatar os vasos sanguíneos", diz a médica Sarah Sahib, que coordenou o trabalho. Segundo ela, é preciso fazer mais pesquisas antes de recomendar o alimento como salvador da massa cinzenta. Mas, enquanto esperamos por isso, podemos saborear uma barrinha amarga. Que tal?
Fonte: http://saude.abril.com.br/edicoes/0330/nutricao/8-otimos-motivos-comer-chocolate-608821.shtml?pag=3
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